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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
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#OGIGANTEACORDOU

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

[OFF] Conselho de Segurança discute situação na Líbia

Nações Unidas - O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) começou nesta terça-feira uma reunião, a pedido do embaixador adjunto da Líbia perante o organismo internacional, para discutir a grave crise que atinge o país norte-africano.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a alta comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, expressaram a sua preocupação pelo crescimento da violência na Líbia, dirigida desde 1969 pelo coronel Muammar Kadafi, que reprimiu de maneira sangrenta as manifestações contra o seu regime.

A reunião do Conselho de Segurança, segundo indicou Ban, foi organizada a pedido do embaixador adjunto da Líbia perante a ONU, Ibrahim Dabbashi, que solicitou que o principal órgão de segurança debatesse de maneira urgente o assunto.

O Exército e as Forças de segurança líbias reprimiram na segunda-feira os protestos em Trípoli e outras cidades do país com disparos e bombardeamentos de aviões de combate e helicópteros, o que poderia ter ocasionado entre 300 e 400 mortes, segundo a Federação Internacional dos Direitos Humanos (FIDH).


Outras fontes, citadas pela imprensa, como a emissora de televisão Al Yazíra, apontaram nesta terça-feira que na segunda maior cidade líbia, Benghazi, morreram pelo menos 300 pessoas, segundo fontes médicas.
Fontes da oposição acusaram o regime de Kadhafi de usar mercenários estrangeiros para reprimir os protestos que ocorreram na semana passada e que buscam a renúncia do líder líbio.

Dabbashi, que na segunda-feira indicou aos meios de comunicação que desde a sexta-feira não teve contacto com o embaixador do seu país perante a ONU, Abdurrahman Mohamed Shalgham, indicou que Kadhafi deve "deixar o poder o mais rápido possível".

Ban, que nesta terça-feira está em Los Angeles, nos Estados Unidos, para assistir a um fórum relacionado com as Nações Unidas, qualificou de "inaceitáveis" os ataques contra a população civil e o considerou "uma séria violação da lei humanitária internacional".

"Já houve suficiente derramamento de sangue na Líbia", disse o principal responsável da ONU em Los Angeles, segundo assinalou o organismo internacional.

Fonte: Portalangop

[OFF] Kadhafi afirma que ainda é 'chefe da revolução' e que não deixará a Líbia

Ditador fez discurso raivoso em que 'amaldiçoou' responsáveis por revolta. Repressão a protestos contra o governodeixou centenas de mortos no país



O ditador da Líbia, Muammar Kadhafi, "amaldiçoou" nesta terça-feira (22) os responsáveis pelos protestos de rua contra o seu governo, que tomam o país desde 15 de fevereiro, e criticou a imprensa pela cobertura dos eventos no país.

Em um tom raivoso, ele disse que ainda é o "chefe da revolução" no país, que governa desde 1º de setembro de 1969 após um golpe de estado, e disse que deixar a Líbia "não está entre as suas oposições" e que pretende morrer no país.

O coronel culpou EUA e Reino Unido pelos protestos que vem acontecendo no país
"Muammar Kadhafi é o líder da revolução, sinônimo de sacrifícios até o fim dos dias. Este é o meu país, de meus pais e antepassados", disse.

Em discurso televisionado pela TV estatal, o coronel culpou EUA e Reino Unido pelos protestos e disse que a Líbia já resistiu antes às investidas das potências e que resistiria novamente.

Ele também pediu que seus partidários vão às ruas a partir desta quarta-feira (23) para "garantir a segurança" nas cidades do país. "Eu vou lutar até a última gota do meu sangue, com o povo da Líbia por trás de mim", disse.

Kadhafi não havia feito nenhuma declaração oficial desde o início das manifestações contra o regime. Ele fez apenas uma breve aparição pública na madrugada desta terça para desmentir os boatos de sua fuga para a Venezuela.

Mortes 
A repressão dos protestos apenas na capital da Líbia, Trípoli, causou ao menos 62 mortos em Trípoli desde domingo, afirmou nesta terça a organização de defesa dos direitos Human Rights Watch (HRW) com base em dados recebidos de dois hospitais da capital.

Como apenas dois hospitais foram ouvidos, o número poderia ser maior. A entidade, com sede em Nova York, também confirmou relatos de que policiais e militares atiraram indiscriminadamente contra manifestantes.

À frente do país desde 1969, o coronel Kadhafi está pressionado após a violenta repressão a protestos populares contra o seu governo, que deixaram centenas de mortos. Não há informação oficial dos dados sobre vítimas, que são frequentemente contraditórios.

A própria HRW disse, na segunda, que pelo menos 233 pessoas tinham morrido em confrontos nas cidades do interior. A Federação Internacional dos Direitos Humanos afirmavam que poderia haver entre 300 e 400 mortos.Diplomatas, líderes tribais e líderes religiosos deixaram de apoiar Kadhafi nos últimos dias e pedem sua saída.

Soldados líbios na cidade de Tobruk disseram que eles não apoiam mais Kadhafi e confirmaram que o leste do país está fora do controle do governo. Moradores afirmaram que a cidade está agora em mãos do povo e vem sendo assim há três dias.

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