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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
O BLOG "WIKILEAKSAPOIO" VOLTARÁ COM AS POSTAGENS DIÁRIAS, VOLTADAS PRINCIPALMENTE PARA OS ATUAIS MANIFESTOS NO BRASIL E NOS PAÍSES QUE ESTÃO APOIANDO A CAUSA DA NAÇÃO BRASILEIRA!!!

#OGIGANTEACORDOU

sábado, 25 de junho de 2011

Próxima semana terá nova divulgação de informações obtidas pelo Wikileaks

São Paulo – As informações da diplomacia dos Estados Unidos obtidas pelo Wikileaks ganham nova divulgação a partir de segunda-feira (27). Há sete meses, os documentos que revelam as atividades, as conversas e as informações dos funcionários da maior economia do mundo começaram a vir à tona no Brasil, com grande repercussão dentro do Itamaraty, do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional.

Agora, a Pública, agência de jornalismo investigativo, anuncia a Semana Wikileaks, na qual tornará disponível aos leitores uma nova leva de informações, muitas delas classificadas no Departamento de Estado como confidenciais. “A gente convidou uma série de jornalistas independentes para lerem esses documentos e escreverem as reportagens que ainda precisam sair para o público brasileiro conhecer essa parte muito importante da nossa história”, afirma Natália Viana, diretora da Pública, em vídeo que marca a divulgação do material.

A publicação é possível graças a uma parceria firmada entre a agência brasileira e o Wikileaks. O editor da iniciativa que provocou uma reviravolta na diplomacia mundial, Julian Assange, considera que o povo tem o direito de conhecer e de entender como funciona o sistema diplomático de seu país. “O material publicado até agora sobre o Brasil não é tudo. Há muito mais documentos a serem lançados, e muitos documentos a serem lidos com cuidado”, avisa.

FONTE: Rede Brasil Atual

Ataques do LulzSec chegam ao Governo do Brasil

O Governo do Brasil e a petrolífera brasileira Petrobras tornaram-se os mais recentes alvos do grupo de hackers LulzSec
Os ataques foram lançados por alguém que se assume como o «braço brasileiro» do LulzSec, o grupo de hackers que tem lançado inúmeros ataques informáticos contra empresas e governos ao longo das últimas semanas.
Desta vez as vítimas foram alguns sites pertencentes ao Governo do Brasil e à Petrobras, a gigante petrolífera brasileira.
Segundo a Secretaria das Comunicações brasileira, os ataques iniciaram-se às 12h30 (hora local) da passada quarta-feira e duraram cerca de duas horas e meia.
Durante esse período de tempo foram afectados os sites oficiais do Governo e da Presidência, assim como da Fazenda, a organização equivalente ao Fisco no Brasil, que estiveram offline.
Os ataques contra o site da Petrobras ocorreram pouco depois e tiveram o mesmo efeito.
Estas acções surgem poucos dias depois do LulzSec ter anunciado publicamente uma iniciativa conjunta com os hackers do Anonymous para atacarem entidades governamentais.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

[OFF] JOBIM DISCUTE PLANO DE SEGURANÇA FRONTEIRIÇA NA COLÔMBIA

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, se encontrou hoje com seu homólogo colombiano, Rodrigo Rivera, em Bogotá, ocasião em que discutiram um plano binacional de segurança fronteiriça.
  
O ministro afirmou, durante uma coletiva de imprensa, que o acordo deve servir de modelo para o "entendimento" entre os demais países que fazem limite com os 16.800 quilômetros de fronteira brasileira.
  
Jobim disse querer que a demarcação não seja um instrumento de proteção dos criminosos, mas uma forma dos países combaterem o crime. Ele destacou, no entanto, que além da criminalidade, é preciso lutar contra a degradação do meio ambiente na região.
  
O ministro ainda declarou que o convênio busca manter "as riquezas" amazônicas, que classificou como "importantíssimas", e que, segundo ele, necessitam de políticas e estratégias de cooperação entre os países próximos.
  
Para o brasileiro, a assinatura de um acordo irá mostrar ao mundo que a Amazônia é sul-americana e que os responsáveis por ela são apenas seus habitantes.
  
O ministro declarou em fevereiro, durante uma visita ao Uruguai, que a América do Sul tem que aprofundar suas relações em temas relativos a Defesa, para "que o sul tenha uma única voz" diante do mundo.
  
Em visita a Colômbia, Jobim ainda deve se encontrar com o mandatário Juan Manuel Santos na cidade de Medellín, a cerca de 250 quilômetros da capital. (ANSA)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

[OFF] Conselho de Segurança discute situação na Líbia

Nações Unidas - O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) começou nesta terça-feira uma reunião, a pedido do embaixador adjunto da Líbia perante o organismo internacional, para discutir a grave crise que atinge o país norte-africano.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a alta comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, expressaram a sua preocupação pelo crescimento da violência na Líbia, dirigida desde 1969 pelo coronel Muammar Kadafi, que reprimiu de maneira sangrenta as manifestações contra o seu regime.

A reunião do Conselho de Segurança, segundo indicou Ban, foi organizada a pedido do embaixador adjunto da Líbia perante a ONU, Ibrahim Dabbashi, que solicitou que o principal órgão de segurança debatesse de maneira urgente o assunto.

O Exército e as Forças de segurança líbias reprimiram na segunda-feira os protestos em Trípoli e outras cidades do país com disparos e bombardeamentos de aviões de combate e helicópteros, o que poderia ter ocasionado entre 300 e 400 mortes, segundo a Federação Internacional dos Direitos Humanos (FIDH).


Outras fontes, citadas pela imprensa, como a emissora de televisão Al Yazíra, apontaram nesta terça-feira que na segunda maior cidade líbia, Benghazi, morreram pelo menos 300 pessoas, segundo fontes médicas.
Fontes da oposição acusaram o regime de Kadhafi de usar mercenários estrangeiros para reprimir os protestos que ocorreram na semana passada e que buscam a renúncia do líder líbio.

Dabbashi, que na segunda-feira indicou aos meios de comunicação que desde a sexta-feira não teve contacto com o embaixador do seu país perante a ONU, Abdurrahman Mohamed Shalgham, indicou que Kadhafi deve "deixar o poder o mais rápido possível".

Ban, que nesta terça-feira está em Los Angeles, nos Estados Unidos, para assistir a um fórum relacionado com as Nações Unidas, qualificou de "inaceitáveis" os ataques contra a população civil e o considerou "uma séria violação da lei humanitária internacional".

"Já houve suficiente derramamento de sangue na Líbia", disse o principal responsável da ONU em Los Angeles, segundo assinalou o organismo internacional.

Fonte: Portalangop

[OFF] Kadhafi afirma que ainda é 'chefe da revolução' e que não deixará a Líbia

Ditador fez discurso raivoso em que 'amaldiçoou' responsáveis por revolta. Repressão a protestos contra o governodeixou centenas de mortos no país



O ditador da Líbia, Muammar Kadhafi, "amaldiçoou" nesta terça-feira (22) os responsáveis pelos protestos de rua contra o seu governo, que tomam o país desde 15 de fevereiro, e criticou a imprensa pela cobertura dos eventos no país.

Em um tom raivoso, ele disse que ainda é o "chefe da revolução" no país, que governa desde 1º de setembro de 1969 após um golpe de estado, e disse que deixar a Líbia "não está entre as suas oposições" e que pretende morrer no país.

O coronel culpou EUA e Reino Unido pelos protestos que vem acontecendo no país
"Muammar Kadhafi é o líder da revolução, sinônimo de sacrifícios até o fim dos dias. Este é o meu país, de meus pais e antepassados", disse.

Em discurso televisionado pela TV estatal, o coronel culpou EUA e Reino Unido pelos protestos e disse que a Líbia já resistiu antes às investidas das potências e que resistiria novamente.

Ele também pediu que seus partidários vão às ruas a partir desta quarta-feira (23) para "garantir a segurança" nas cidades do país. "Eu vou lutar até a última gota do meu sangue, com o povo da Líbia por trás de mim", disse.

Kadhafi não havia feito nenhuma declaração oficial desde o início das manifestações contra o regime. Ele fez apenas uma breve aparição pública na madrugada desta terça para desmentir os boatos de sua fuga para a Venezuela.

Mortes 
A repressão dos protestos apenas na capital da Líbia, Trípoli, causou ao menos 62 mortos em Trípoli desde domingo, afirmou nesta terça a organização de defesa dos direitos Human Rights Watch (HRW) com base em dados recebidos de dois hospitais da capital.

Como apenas dois hospitais foram ouvidos, o número poderia ser maior. A entidade, com sede em Nova York, também confirmou relatos de que policiais e militares atiraram indiscriminadamente contra manifestantes.

À frente do país desde 1969, o coronel Kadhafi está pressionado após a violenta repressão a protestos populares contra o seu governo, que deixaram centenas de mortos. Não há informação oficial dos dados sobre vítimas, que são frequentemente contraditórios.

A própria HRW disse, na segunda, que pelo menos 233 pessoas tinham morrido em confrontos nas cidades do interior. A Federação Internacional dos Direitos Humanos afirmavam que poderia haver entre 300 e 400 mortos.Diplomatas, líderes tribais e líderes religiosos deixaram de apoiar Kadhafi nos últimos dias e pedem sua saída.

Soldados líbios na cidade de Tobruk disseram que eles não apoiam mais Kadhafi e confirmaram que o leste do país está fora do controle do governo. Moradores afirmaram que a cidade está agora em mãos do povo e vem sendo assim há três dias.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

[OFF] For Egypt, a Fresh Start, With Cities


Alexandria, Egypt’s second-largest city. The country is the only large nation to have become less urban in the last 30 years.

It would be easy to look at the images coming out of Cairo over the last few weeks and think of Egypt as a highly urbanized society. It would also be wrong. 

When Hosni Mubarak took power in 1981, Egypt was indeed more urban than the rest of the world. About 44 percent of its population lived in cities. In East Asia, by comparison, only 26 percent of people lived in cities.

Since then, the cities of Asia have expanded rapidly, drawing in millions of peasant farmers looking for a better life — and, more often than not, finding it. Almost 50 percent of East Asians now live in cities. And Egypt? It is the only large country to have become less urban in the last 30 years, according to the World Bank. About 43 percent of Egyptians are city dwellers today.

This urban stagnation helps explain Egypt’s broader stagnation. As tough as city life in poor countries can be, it’s also fertile ground for economic growth. Nearly everything can be done more efficiently in a well-run city, be it plumbing, transportation or the generation of new ideas and businesses. “Being around other people,” says Paul Romer, the economist and growth expert, “helps make us smarter.”

Edward Glaeser, a Harvard economist (and weekly contributor to the Times’s Economix blog), has just published a book, “The Triumph of the City, making the case that cities are humanity’s greatest invention. Countries that become more urban tend to become far more productive, Mr. Glaeser writes. The effect is even bigger for poor countries than rich ones.

Egypt, however, has been saddled with an almost ancient geographic structure. Like many dictatorships, it is dominated by a huge capital city, where people and businesses come to live off the government. Egypt has nothing like China’s Shenzhen, India’s Bangalore, South Korea’s Busan or, to go back further in time, our own Chicago — striving cities that have spawned thousands of new companies.

Those cities become giant incubators for economic growth. They are the places where people learn to collaborate and to compete, where they can take advantage of the skills they already have and learn new ones, too.

There is no magic formula for economic growth, unfortunately. Strategies that have worked in one place sometimes fail in another. But if the last few decades offer any economic lesson to Egypt’s next government, it’s that countries maximize their chances of success by giving their workers skills and forcing them to compete.

Egypt, along with much of the Arab world, has not done enough of either.
The lack of skill development is obvious. Among the 48 countries that participated in a recent standardized math test for eighth graders, Qatar finished dead last. The bottom dozen also included, in ascending order, Saudi Arabia, Kuwait, Palestine, Oman, Algeria, Egypt and Syria. (The United States placed ninth.)

The top five were all from Asia, led by Taiwan, South Korea and Singapore. Not coincidentally, those countries have grown much faster than Egypt and the rest of the Arab world since the 1980s.
Just as important as the skills deficit, however, is the trouble that many Egyptians have using their skills in the country’s sclerotic economy. Three researchers — Michael Clemens, Lant Pritchett and Claudio Montenegro — recently found a novel way to measure how well various countries use the workers they have. The three compared the wages of immigrants to the United States with the wages of similar workers from the same country who remained home.

A 35-year-old urban Egyptian man with a high school education who moves to the United States can expect an incredible eightfold increase in living standards, the researchers found. Immigrants from only two countries, Yemen and Nigeria, receive a larger boost. In effect, these are the countries with the biggest gap between what their workers can produce in a different environment and what they are actually producing at home.

No wonder 19 percent of Egyptians told Gallup (well before the protests) that they would move to another country if they could. Mr. Clemens says that for every green card the United States awarded in a recent immigration lottery, 146 Egyptians had applied.

So one of the tasks facing Mr. Mubarak’s successors will be creating places within Egypt where Egyptians want to move, much as Indian workers have flowed into Bangalore and Brazilian workers have flowed into Rio.

These will be the places where Egyptian companies become less reliant on the state and more exposed to global competition. They will be places where research and development, which is scant in Egypt today, take off. They will be places where ingenuity — the same kind of ingenuity that just toppled a dictator — creates jobs.

The first candidate, given all of its advantages, is clearly Cairo. Even under the Mubarak government, Cairo’s economy slowly became more market-based. And capital cities often beget small start-up clusters, like Zhongguancun, Beijing’s technology district.

But Cairo is also the city most dominated by the Egyptian army, which, if anything, has more power than it did three weeks ago. The army, as The San Francisco Chronicle notes, “owns companies that sell everything from fire extinguishers and medical equipment to laptops, televisions, sewing machines, refrigerators, pots and pans, butane gas bottles, bottled water and olive oil.” The army is probably not eager to give up its economic advantages.

A different kind of Egypt — one that may serve as a model for the Arab world — will need its own version of Bangalore or Shenzhen. This city can sprout from almost nothing, as Shenzhen did. Or it can have a history as rich as Alexandria, which just happens to be Egypt’s second-largest city. Whatever the details, you can be sure that a more prosperous Egypt will be a more urban one.

E-mail: leonhardt@nytimes.com
twitter.com/DLeonhardt

Fonte: THE NEW YORK TIMES

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

[OFF] Mantega e centrais debatem novo mínimo na Câmara nesta terça

Sessão especial reúne ainda representantes de empresários e municípios.
Mínimo será votado na quarta; governo quer R$ 545, e centrais, R$ 560.

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, centrais sindicais, empresários, parlamentares e representantes de municípios debatem na tarde desta terça-feira (15), na Câmara dos Deputados, o novo valor do salário mínimo. O debate ocorrerá a partir das 15h, em uma sessão especial, chamada de comissão geral, que foi convocada pelo presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).

A sessão plenária da Câmara pode ser transformada em "comissão geral" para debater assunto relevante, projeto de iniciativa popular ou para ouvir ministro de Estado. Na comissão geral, além dos deputados, são convidados a falar representantes da sociedade relacionados ao tema debatido.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza
(PT-SP), e o ministro de Relações Institucionais,
Luiz Sérgio (direita), nesta segunda (14) ao falarem
sobre a proposta do governo para o salário mínimo,
de R$ 545 (Foto: Antônio Cruz/Abr)

Nesta terça, falarão Mantega, um deputado indicado pela oposição, representantes de três centrais sindicais, um representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e outro da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Após essa primeira fase, será dado espaço para os parlamentares se manifestarem.
O governo defende que o valor do mínimo fique em R$ 545, mas sindicalistas e parte da oposição pedem que o salário seja elevado para R$ 560.

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, disse não temer uma eventual “punição” do Palácio do Planalto ao partido por ele já ter manifestado contrariedade em votar com o governo, embora integre a base aliada.

O deputado defende a antecipação do reajuste do novo salário mínimo. Pela proposta, o governo aceitaria elevar o mínimo para R$ 560, mas, no ano que vem, o reajuste que será aplicado ao mínimo seria calculado sobre o valor de R$ 545.

“É tão pouco o que estamos pedindo de diferença que não há motivos para o governo fazer desta discussão um cavalo de batalha. Se fosse tão fácil de aprovar a proposta deles [R$ 545], o governo não estaria tão preocupado”, disse o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP).

Para esta terça, Paulinho espera a presença de centenas de representantes das centrais sindicais em uma mobilização que deve acontecer no Salão Verde da Câmara e se estender para a comissão geral, durante a apresentação das propostas.

Líder do DEM na Câmara, o deputado Antônio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA) pretende utilizar a comissão geral desta terça-feira para apresentar a proposta do partido, que também fechou com as centrais no valor de R$ 560.

Segundo ele, há chances de a oposição conseguir convencer os demais parlamentares em votar os R$ 560.
“Temos estudos, que vamos mostrar na comissão, de que o impacto no orçamento com a proposta de R$ 560 não vai falir as contas do governo. Este é o primeiro grande desafio do governo Dilma. Se o governo já tomou a postura até de ameaçar os parlamentares da base que votarem contra, é porque tem receios. E se tem receios, podemos ter chance”, disse ACM Neto.

Além da proposta do mínimo de R$ 545 defendido pelo governo e do de R$ 560 proposto pelas centrais sindicais e pelo DEM, a comissão geral deve discutir também a proposta de R$ 600, que deve ser apresentadas pela bancada do PSDB.

A proposta foi defendida pelos tucanos durante a campanha de José Serra para a Presidência. Na semana passada, Serra esteve na Câmara para defender a proposta.

Imposto de Renda

Uma das ideias apresentadas pelo governo para tentar garantir a aprovação da proposta de R$ 545 é corrigir a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física, o que beneficiaria o contribuinte.
Segundo o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, a tendência é de que a correção da tabela seja de 4,5%.

“A correção da tabela do IR é possível e será debatida depois de resolvido o reajuste do mínimo. Não é que estejam atrelados, mas os recursos saem da mesma fonte”, disse o ministro nesta segunda-feira, após se reunir com a presidente Dilma Rousseff.

Fonte: G1

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

[OFF] Egito pode ter referendo sobre reforma constitucional em 2 meses

Por Marwa Awad e Andrew Hammond

CAIRO (Reuters) - O Supremo Conselho Militar que assumiu o governo do Egito espera que emendas à Constituição sejam rapidamente redigidas e levadas a referendo dentro de dois meses, abrindo caminho para a convocação de eleições, segundo jovens ativistas envolvidos nos protestos que derrubaram o presidente Hosni Mubarak na semana passada.

Wael Ghonim, executivo do Google que passou duas semanas detido por causa do seu envolvimento nos protestos, disse pelo Facebook que ele e sete outros ativistas se reuniram no domingo à noite com dois integrantes da junta militar.

Foi o primeiro contato entre o Conselho Militar e os ativistas, num sinal de que os generais compreendem que será impossível ignorar os responsáveis pela revolta.

"Um comitê constitucional conhecido por sua integridade, honra e sem ligação com nenhuma tendência política foi formado para concluir as emendas constitucionais no espaço de dez dias, e eles vão tentar fazer um referendo dentro de dois meses", disse a página do Facebook, intitulada "Somos todos Khaled Said", em homenagem a um ativista de Alexandria morto no ano passado sob custódia policial.

Abdel-Rahman Samir, outro ativista presente na reunião, disse acreditar que os dois generais quiseram dizer que os artigos constitucionais merecedores de revisão serão identificados em dez dias, e não que a nova redação já estará pronta até lá.

Uma fonte do Exército disse que a prioridade imediata é restaurar a segurança e retomar a atividade econômica, e que o prazo de dois meses para o referendo é um "cronograma geral".

Os militares anunciaram no domingo que dissolveram o Parlamento e suspenderam a Constituição, e que governarão o país durante seis meses ou até que novas eleições sejam realizadas.

"Eles afirmaram que o Exército não quer assumir o poder no Egito e que o Estado civil é o único caminho para o progresso do Egito", disse Ghonim pelo Facebook. "O Exército defendeu a continuidade do atual gabinete, dizendo estar trabalhando para substituí-lo rapidamente, mas que um (gabinete) interino é necessário para proteger interesses populares."

Ghonim relatou também que os militares prometeram buscar todos os manifestantes que desapareceram durante a rebelião, com base em uma lista a ser preparada pelos ativistas juvenis.

Além disso, o Exército também conclamou os jovens a formarem novos partidos políticos, e propôs uma campanha para arrecadar o equivalente a 17 bilhões de dólares em donativos para a reconstrução do país, segundo Ghonim. "O papel do Exército será assegurar a transição democrática e proteger a democracia, e ele não irá interferir de forma alguma no processo político."

Fonte: O GLOBO

domingo, 13 de fevereiro de 2011

[OFF] Começa na Colômbia última missão para libertar reféns das Farc

Um terceiro refém deve ser entregue neste domingo, segundo ex-senadora.
Missão, que tem apoio do Brasil, é parte de acordo firmado em dezembro.

 

A missão humanitária que deve buscar o último grupo de reféns que a guerrilha das Farc prometeu libertar esta semana na Colômbia, partiu este domingo às 9h30 locais (12h30 de Brasília) para a selva na região central do país.

As Farc, que se comprometeram em libertar no domingo dois militares, devem entregar um terceiro refém à comissão humanitária, conforme anunciou no sábado a ex-senadora Piedad Córdoba, mediadora da libertações. A missão conta com o apoio do Brasil, cujo Exército cedeu os helicópteros usados no resgate, e da organização humanitária Cruz Vermelha.

Helicóptero militar brasileiro, com os símbolos da Cruz Vermelha Internacional, pousa no aeroporto de Villavicencio, na Colômbia, nesta terça-feira (8). (Foto: AP)
Helicóptero militar brasileiro, com os símbolos da Cruz Vermelha Internacional, pousa no aeroporto de Villavicencio, na Colômbia, na terça-feira (8). (Foto: AP)
"Carlos Alberto Obando Pérez também voltará amanhã para casa. Amanhã não abraçaremos dois, mas três libertados. Que felicidade", escreveu Córdoba em seu Twitter.

O policial Obando Pérez trabalhava como escolta quando foi sequestrado em 28 de dezembro de 2010 no departamento de Tolima (centro), zona onde deve ser entregue na companhia de outros dois reféns.

Com Obando, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) entregarão o major da polícia Guillermo Solórzano, sequestrado em junho de 2007, e o cabo do exército Salín Sanmiguel, preso desde maio de 2008.

Na sexta-feira foram libertados o vereador Armando Acuña e o marinheiro Henry Solórzano, depois que uma operação similar libertou na véspera outro político, Marcos Baquero.

Os cinco foram sequestrados entre 2007 e 2010, e suas libertações foram oferecidas pelas Farc em 8 de dezembro passado, em desagravo à ex-senadora e negociadora Piedad Córdoba, que perdeu seu mandato acusada pela Procuradoria Geral de vínculos com as Farc.

Fonte: G1

Wikileaks Perú: Del Castillo pidió apoyo a embajada de EE.UU. para que Lourdes Flores admita derrota

Se reunió en 2006 con un consejero político estadounidense. Buscaba formar una alianza para derrotar a Ollanta Humala en segunda vuelta
 

Muchos peruanos se vieron en una encrucijada en la contienda electoral de 2006, cuando, días después de la primera vuelta, los primeros resultados de la ONPE mostraban una competencia bastante reñida en el segundo lugar entre Alan García y Lourdes Flores. El candidato aprista tenía el 24,52% de los votos, mientras que la de Unidad Nacional, 23,40%. El ganador, que no se sabría sino hasta semanas después, iría a la segunda vuelta con Ollanta Humala, a quien las encuestas mostraban como vencedor si se enfrentaba a Flores.

En ese momento entró a tallar Jorge Del Castillo, secretario general aprista, quien se reunió con el consejero político de la embajada estadounidense para hacerle dos proposiciones con un solo objetivo: que el candidato del Partido Nacionalista no gane las elecciones.

Así lo dice uno de los cables de la Embajada de Estados Unidos en Lima, los cuales fueron entregados por Wikileaks a El Comercio. Según el documento, Del Castillo pidió ayuda para convencer a Lourdes Flores de que aceptase su derrota y se una al Apra para formar una coalición que logre derrotar a Humala.

La nota diplomática concluye cuando el consejero político asegura que conversará con sus superiores sobre los pedidos de Del Castillo.

El segundo pedido del secretario general aprista fue el apoyo para convencer al candidato de Restauración Nacional, Humberto Lay, quien había obtenido más del 4% de los votos, para que se una a la coalición.

Wikileaks entrega a El Comercio los cables sobre el Perú

PARA TER ACESSO AO MATERIAL COMPLETO, ACESSE: http://elcomercio.pe/impresa/

[OFF] Barack Obama elogia o compromisso do exército egípcio

mapa do egito com dados (Foto: Editoria de Arte / G1)
Mapa do egito com dados (Foto: Editoria de Arte / G1) Renúncia

O presidente Barack Obama elogiou no sábado o compromisso do exército egípcio de transferir o poder a civis, informou a Casa Branca.

"O presidente pediu hoje a vários dirigentes estrangeiros para continuar com as consultas com seus colegas sobre a questão dos últimos acontecimentos no Egito", disse o comunicado.

Mais cedo, o Conselho Supremo das Forças Armadas, que assumiu o comando do país após a renúncia de Mubarak, havia afirmado que respeitará todos os tratados internacionais firmados pelo país, e se disse comprometido em entregar o governo aos civis -embora sem dar um prazo específico para isto.

O presidente Hosni Mubarak, de 82 anos, renunciou ao cargo nesta sexta-feira, após um governo de quase 30 anos que era contestado desde 25 de janeiro por grandes manifestações populares.

O anúncio da renúncia foi feito pelo recém-nomeado vice-presidente do Egito, Omar Suleiman, em um curto pronunciamento na TV estatal. Mubarak entregou o poder ao Conselho Supremo das Forças Armadas, que está à frente do processo de transição.

Os crescentes protestos que derrubaram Mubarak deixaram mais de 300 mortos e 5.000 feridos, inspirados pela queda do presidente da Tunísia, e tiveram impulso na internet, que comemorou a queda do ditador.

Fonte: G1

[OFF] Prioridade é segurança e retorno à normalidade, diz premiê egípcio

Ahmed Shafiq disse que situação da economia do país após crise é 'estável'. Conselho de ministros se reuniu pela 1ª vez após renúncia de Mubarak.

O primeiro-ministro egípcio, Ahmed Shafiq, afirmou neste domingo (13) que a "maior preocupação" do governo provisório é restaurar a segurança e que a prioridade é "retornar à normalidade" do país.
Shafiq fez as declarações em uma coletiva de imprensa após finalizar a primeira reunião do Conselho de Ministros do governo provisório, que assumiu o comando do país após a renúncia de Mubarak, na última sexta, após 30 anos no poder.

Segundo o primeiro-ministro, a situação da economia do país, após 18 dias de paralisação pelos protestos antigoverno, é "estável". "A situação da nossa economia é sólida e coesa", disse. "Temos reservas suficientes para o período que virá [de transição política] e uma situação confortável."

De acordo com o premiê, se a instabilidade continuar, o país deve enfrentar alguns obstáculos e atrasos, sem dar maiores detalhes.

Vida normal
Na manhã deste domingo, militares começaram a remover as últimas barracas de protestantes que acamparam na praça Tahrir, foco dos protestos no Cairo, num esforço para liberar o trânsito e retornar à vida normal.
Os militares pedem aos manifestantes que retornem ás suas casas. Alguns se recusam a deixar o local. "Ainda há muita reinvindicação a ser atendida. Eles não implementaram nada ainda", disse o egípcio Ashraf Ahmed, que disse que permaneceria na praça após os militares removerem sua barraca.
Manifestante antigoverno senta no chão da praça Tahrir, local símbolo dos protestos no Egito, enquanto militares removem barracas, neste domingo (13)  (Foto: Yannis Behrakis / Reuters)
Manifestante antigoverno senta no chão da praça Tahrir, local símbolo dos protestos no Egito, enquanto militares removem barracas, neste domingo (13) (Foto: Yannis Behrakis / Reuters)
O tráfego também começa a voltar ao normal pela primeira vez em mais de duas semanas na região central do Cairo, com a ajuda dos militares.
 
Gabinete

O novo gabinete egípcio, nomeado ainda por Mubarak antes de deixar o poder, não deverá sofrer uma grande mudança e vai supervisionar a transição política nos próximos meses, disse um porta-voz neste domingo.

Autoridades egípcias disseram no sábado que investigam acusações contra ex-ministros do país. As informações são da TV estatal.
Segundo a emissora, viagens foram proibidas para o ex-premiê Ahmed Nazif e o ex-ministro do interior Habib al-Adli. Os dois foram demitidos por Hosni Mubarak antes de sua renúncia à presidência, na sexta-feira.
A proibição também foi imposta a Anas el-Fekky, titular do ministério das informações. Ele foi reconduzido ao cargo em um gabinete montado às pressas para satisfazer aos manifestantes.

Fonte: G1



 

[OFF] Egito: Conselho militar fará primeira reunião neste domingo

Um poder de transição, com o Exército no comando e um governo para administrar os assuntos cotidianos, faz a vida no Egito começar a voltar ao normal, com o retorno do fluxo de trânsito na Praça Tahrir, epicentro da revolta no Cairo.

O Exército, garantidor do poder após a queda na sexta-feira do presidente Hosni Mubarak, prometeu no sábado uma "transição pacífica para um poder civil eleito". O Conselho Supremo das Forças Armadas anunciou que o governo nomeado por Mubarak poucos dias antes de sua renúncia permanecerá no poder para administrar os temas correntes. O conselho terá sua primeira reunião desde a renúncia de Mubarak neste domingo. Até o momento, o Exército não anunciou datas ou apresentou medidas concretas para a transição.

Ao mesmo tempo, o Cairo recuperava paulatinamente a normalidade. Durante a manhã deste domingo, o tráfego foi liberado na Praça Tahrir, epicentro da revolta popular que deixou pelo menos 300 mortos, segundo a ONU. Apenas uma parte da praça, ainda ocupada por centenas de manifestantes, permanecia fechada ao trânsito. Os protestos nesta área durante 18 dias paralisaram o tumultuado centro da cidade.

A PARTIR DE DOMINGO 13/02/2011 
O BLOG "WIKILEAKSAPOIO" VOLTARÁ COM AS POSTAGENS DIÁRIAS.
ALGUMAS POSTAGENS TERÃO O MARCADOR [OFF] NO INÍCIO. ESSAS POSTAGENS [OFF] SERÃO SOBRE OS PRINCIPAIS ASSUNTOS NO BRASIL E NO MUNDO E NÃO SOMENTE SOBRE O WIKILEAKS.
AGRADEÇO A COLABORAÇÃO

Assange tem ao menos 4 filhos, diz ex-porta-voz do WikiLeaks

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, tem quatro filhos de entre 6 meses e 20 anos de idade, afirma nesta sexta-feira o site "Gawker", que cita um livro que será publicado em breve e fontes da investigação aberta contra ele na Suécia.

O portal especializado em celebridades reproduziu um fragmento do livro ainda não publicado de Daniel Domscheit-Berg - que abandonou a organização por conta de suas diferenças com Assange - no qual fala de uma suposta obsessão do australiano com a procriação.

"Em várias ocasiões, eu estava com ele em grupos grandes e escutava Julian se gabando do grande número de filhos que tinha feito em várias partes do mundo", escreveu Domscheit-Berg, segundo o "Gawker".

"Ele parecia gostar da ideia de muitos e muitos pequenos Julians, um em cada continente. Se cuidava de algum desses supostos filhos, ou se eles realmente existiam, era outra questão", acrescentou.

De acordo com o site, o voluntário do WikiLeaks e jornalista sueco Donald Bostrom confirmou durante o processo em que Assange é acusado de crimes sexuais na Suécia que o líder da organização tem "pelo menos" quatro filhos de mulheres diferentes.

O "Gawker" assegura ter obtido essa informação de documentos policiais vazados e garante ter confirmado com outro voluntário do WikiLeaks e um velho amigo de Assange.

Essa última fonte afirmou ao portal que o filho mais novo tem apenas 6 meses, enquanto o maior, e o único cuja existência era conhecida, é Daniel Assange, de 20 anos, que mora em Melbourne (Austrália).

As idades de seus outros filhos são desconhecidas, mas ambos também vivem na Austrália, segundo o site.

"Ele se sente obrigado a espalhar seus genes. Em outras palavras, acha que é tão bom que o mundo precisa de mais filhos seus", disse uma fonte anônima do WikiLeaks ao "Gawker".

Fonte: TERRA

Reino Unido ainda não decidiu a extradição do fundador de WikiLeaks

LONDRES (O REPÓRTER) - Julian Assange vai ter de esperar até ao próximo dia 24 para saber se vai ou não ser extraditado para a Suécia. O Reino Unido está analisando o pedido de extradição do fundador do site WikiLeaks num caso onde estaria envolvido em uma violação sexual.
A decisão é esperada para o próximo dia 24. No entanto, ambas as partes têm ainda várias possibilidades de recurso.
Os advogados do australiano ainda tentaram adiar a audiência desta sexta-feira, em Londres. Alegavam que o fato das autoridades suecas terem declarado Assange como “inimigo público número um” não lhe permitia um julgamento justo, na Suécia, onde a justiça o quer ouvir.
No entanto, o juiz Howard Riddle recusou adiar a audiência, a terceira desta semana, e última antes da decisão.

Fonte: O REPÓRTER
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