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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
O BLOG "WIKILEAKSAPOIO" VOLTARÁ COM AS POSTAGENS DIÁRIAS, VOLTADAS PRINCIPALMENTE PARA OS ATUAIS MANIFESTOS NO BRASIL E NOS PAÍSES QUE ESTÃO APOIANDO A CAUSA DA NAÇÃO BRASILEIRA!!!

#OGIGANTEACORDOU

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Assange desafia acusação a apresentar as provas

"Agora que estou de volta à direção do barco, o nosso trabalho avançará de forma mais rápida", prometeu Julian Assange, ontem, um dia depois da sua libertação. Assume-se como vítima de uma campanha de difamação e pergunta: "Afinal, onde estão as provas?"


Com a mansão de Elligham Hall, Reino Unido, como cenário, num jardim coberto de neve, o australiano Julian Assange foi ao encontro dos jornalistas, descrevendo a sua situação atual como "uma prisão domiciliária de alta tecnologia". O fato não o impede de continuar a trabalhar no Wikileaks. "Mas, como viram na minha ausência, as coisas estão bem organizadas mesmo sem a minha participação direta", referiu.

A mais recente revelação do portal é sobre Hugo Chávez: o presidente da Venezuela terá facilitado a fuga de presumíveis membros da organização separatista basca ETA.



Determinado, Assange voltou a clamar inocência nos crimes sexuais de que é acusado. "Tem sido uma campanha de difamação falsa, mas com êxito. Contudo, tem os dias contados. As pessoas começarão a pensar que, se as acusações são verdadeiras, onde estão as provas?" - questionou. "Por que é que nem eu, nem os meus advogados receberam ainda quaisquer provas?".

Questionado acerca de ser o alvo de uma possível conspiração norte-americana, Assange reagiu dizendo que está a sofrer "investigação muito agressiva" e que, neste processo, "muitas pessoas perderam credibilidade.

Outras fazem carreira a perseguir famosos". Além disso, admitiu que "o maior risco é a extradição para os EUA. E parece cada vez mais grave e mais provável". Entretanto, no dia 11 de Janeiro, o tribunal pronuncia-se sobre a extradição para a Suécia, onde terão sido cometidos os crimes.

Acerca do soldado Bradley Manning, que está detido sob a suspeita de ser a fonte do Wikileaks, Assange manifestou preocupação. "O portal foi criado de forma a não saber quem são as fontes. Reparem que é o único acusado. Está numa situação muito difícil", comentou.

Note-se que, além de reunirem 280 mil euros para pagar a fiança de Assange, são várias as personalidades da vida acadêmica, política, científica e jornalística que se disponibilizaram, perante a Justiça, a testemunhar a favor da credibilidade de Julian Assange.

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As condições desumanas da prisão de Bradley Manning

Bradley Manning, 22 anos, o soldado do Exército dos Estados Unidos acusado de vazar documentos sigilosos para o site WikiLeaks, nunca foi condenado por esse nem por qualquer outro crime. Apesar disso, está trancado há cinco meses numa cela da Marinha americana em Quântico, Virgínia – e, antes disso, outros dois meses em prisão militar no Kuwait - sob condições crueis e desumanas e, pelos padrões de muitas nações, de tortura. Entrevistas com várias pessoas familiarizadas com as condições da prisão de Manning, incluindo um funcionário de Quântico (o tenente Brian Villiard), confirmam o que vem sendo veiculado: essas condições podem criar lesões psicológicas de longo prazo.

Desde sua prisão, em maio, Manning é detento exemplar, sem episódios de violência ou problemas disciplinares; no entanto, foi declarado desde o início “prisioneiro de segurança máxima”, o nível mais alto e mais repressivo da detenção militar, base para as medidas desumanas que lhe são impostas.
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Desde o início Manning é mantido em isolamento intensivo. Em 23 das 24 horas do dia - por sete meses seguidos e contando - ele fica completamente sozinho na cela. Mesmo em sua cela, suas atividades são muito restritas: ele é proibido de se exercitar e está sob vigilância constante. Por razões que parecem simplesmente punitivas, direitos básicos em prisões civilizadas lhe são negados, como travesseiro ou lençóis (ele não é e nunca foi de tendência suicida). Na única hora diária em que é retirado deste isolamento, é proibido de ver notícias ou programas ao vivo. O tenente Villiard desmentiu que as condições se assemelhem às de “filmes de prisão, em que o preso é jogado num buraco", mas confirmou que ele está em confinamento solitário, exceto pela hora diária em que sai da cela.

WikiLeaks sofre 'investigação agressiva' dos EUA

                   

FONTE: G1

'Calúnias'

Na noite de quinta, Assange se disse vítima de calúnias.

"Essa tem sido uma campanha difamatória muito bem sucedida, e muito errada", disse Assange à BBC, já instalado na mansão do ex-oficial do Exército britânico Vaughan Smith, em Suffolk, leste da Inglaterra.

Sem entrar em detalhes, ele previu novas difamações por parte das autoridades suecas, e disse que seus rivais aproveitam o caso para prejudicá-lo por causa do WikiLeaks, site que desde o mês passado vem divulgado mais de 250 mil comunicações sigilosas da diplomacia norte-americana, o que causou constrangimentos para os EUA e seus aliados.

"Basta olhar para o sorriso irônico do secretário de Defesa (dos EUA, Robert) Gates ao saber da minha prisão... para entender o valor disso para os adversários desta organização", disse.

O anfitrião de Assange já disse que a conexão com a Internet na sua mansão, a cerca de três horas de viagem de Londres, não é muito boa. Assange afirmou que as condições no local são "um flagrante impedimento" ao seu trabalho, mas que isso não o impedirá de fazê-lo.

"Como vimos durante minha ausência, as coisas (no WikiLeaks) estão bem encaminhadas para funcionarem mesmo sem o meu envolvimento direto", afirmou.

Além de se instalar na casa de Smith, Assange terá de usar um localizador eletrônico e precisará respeitar um toque de recolher e se apresentar diariamente à polícia. O australiano e seus advogados não escondem o temor de que ele venha a ser indiciado também nos EUA, por espionagem.

Vendo a movimentação de jornalistas no meio da neve à espera de Assange na mansão de Suffolk, uma vizinha, Janice Game, de 63 anos, deu crédito ao novo hóspede da região.

"Não acho que Vaughan iria tê-lo em casa se não acreditasse completamente que ele é inocente", afirmou.

FONTE:  G1

Polícia da Austrália afirma que não vai mais investigar o WikiLeaks

Site de vazamentos havia sido criticado pela primeira-ministra.
Australiano disse que é alvo de uma bem sucedida campanha de calúnias.

A policia da Austrália anunciou nesta sexta-feira (17) que o site WikiLeaks não cometeu nenhum delito criminal no país ao divulgar comunicados secretos da diplomacia dos Estados Unidos, os quais tratavam de questões sensíveis do governo e, portanto, não será mais alvo de investigação no país.

A AFP (a polícia federal australiana) completou sua avaliação do material e não constatou a existência de nenhum delito criminal sobre o qual a Austrália teria jurisdição', disse em um comunicado.

O criador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange, deixou na quinta-feira a prisão em Londres, após pagar fiança para aguardar em liberdade o processo que pode levá-lo a ser extraditado para a Suécia para responder por crimes sexuais. Assange afirma ser vítima de uma perseguição política, e prometeu continuar revelando segredos governamentais.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, dá entrevista nesta quinta-feira (16) após ser libertado em Londres.

O governo da Austrália havia ordenado que a polícia investigasse se o WikiLeaks tinha cometido crimes no país. O pedido foi feito depois que a primeira-ministra, Julia Gillard, comentou que a "pedra fundamental" da liberação dos despachos diplomáticos dos EUA pelo WikiLeaks era um "ato ilegal que certamente violou as leis dos Estados Unidos da América".

Gillard vem sendo criticada por partidários do WikiLeaks e por alguns membros de seu governo, trabalhista, por ter possivelmente prejudicado Assange em qualquer ação criminal futura.

O WikiLeaks tem irritado o governo dos EUA nas últimas semanas, desde que começou a divulgar mais de 250 mil comunicações secretas de diplomatas norte-americanos.

FONTE: G1

Julian Assange afirma que WikiLeaks sofre 'investigação agressiva' dos EUA

Julian Assange afirmou que não sabe quem vazou documentos diplomáticos.
Ele cumpre liberdade condicional em mansão em Suffolk.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta sexta-feira (17) que ele e sua organização enfrentam uma "investigação agressiva" por parte das autoridades dos EUA, depois do vazamento de correspondência diplomática norte-americana.
Assange deu entrevista em frente à mansão de Suffolk onde cumpre a liberdade condicional obtida na véspera. Ele estava preso acusado de abusos sexuais cometidos em agosto na Suécia.

Questionado se está sofrendo uma "conspiração" dos EUA, ele respondeu: "Eu diria que existe uma investigação muito agressiva".

O australiano reclamou que seu site está sofrendo ataques "legais e técnicos", mas que vai "suportar a decapitação".

Assange também afirmou que a maior parte dos ataques contra seu site não vieram de governos, mas de bancos em Dubai, na Suíça, no Reino Unido e nos EUA.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, dá entrevista nesta sexta-feira (17) em Suffolk, em frente à casa em que está hospedado.
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, dá entrevista nesta sexta-feira (17) em Suffolk, em frente à casa em que está hospedado. (Foto: AFP)
"Minha sensação é a de que há um número de interesses diferentes, pessoais, nacionais e internacionais, que se alimentam com este processo, que se encorajam", disse, sugerindo que novas revelações podem ser feitas a partir desta sexta-feira.

"Meus advogados me informaram que estará em curso nova tentativa de difamação", disse.

"Ouvimos hoje de um de meus advogados nos Estados Unidos, e isto ainda deve ser confirmado, mas é uma questão séria, que pode haver uma acusação por espionagem contra mim nos Estados Unidos, vinda de uma investigação secreta de um grande júri americano", disse .

"O maior risco, o risco que preocupa a todos nós, é a extradição para os Estados Unidos. E isso parece ficar cada vez mais sério e cada vez mais provável", declarou à imprensa o australiano de 39 anos.

Ele voltou a dizer que não viu ainda as provas que as autoridades suecas têm contra ele no caso de abusos sexuais e manifestou inquietação com o fato de que os EUA podem começar um processo contra ele.

Questionado sobre Bradley Manning, o ex-analista de inteligência dos EUA suspeito do vazamento, Assange disse que a política do WikiLeaks é não saber de onde vêm os documentos que recebe, por considerar esta a melhor maneira de proteger suas fontes.

Em Washington, muitos defendem um processo por "espionagem" contra o fundador do WikiLeaks, que continua a revelar centenas de milhares de documentos diplomáticos embaraçosos para os Estados Unidos.

Uma porta-voz da Justiça americana confirmou a existência de uma "investigação em curso contra o WikiLeaks".

FONTE: G1

Assange passará o Natal na mansão de amigo jornalista

Tribunal confirmou a liberdade condicional do fundador da organização que tem divulgado a correspondência diplomática dos EUA. Próxima audiência é a 11 de Janeiro.

Uma mansão de dez quartos com 160 hectares de terreno e não uma cela de isolamento na prisão de Wandsworth. Será aí que Julian Assange passará o Natal, após um juiz britânico confirmar a decisão de o deixar em liberdade mediante o pagamento de uma fiança de 240 mil libras (cerca de 280 mil euros).

Acusado de crimes sexuais na Suécia, o fundador da WikiLeaks regressa ao tribunal a 11 de Janeiro para a audiência da extradição.

"É bom sentir de novo o ar fresco de Londres", afirmou o australiano de 39 anos à saída do tribunal. "Espero continuar o meu trabalho e continuar a defender a minha inocência." Na mensagem, lembrou ainda o seu tempo na cela de isolamento - aparentemente a mesma onde esteve detido o escritor irlandês Oscar Wilde - "no fundo de uma prisão vitoriana", dizendo ter pensado nas pessoas que estão detidas em condições ainda piores que as suas. "Essas pessoas também precisam da nossa atenção e apoio", disse.

Assange passa o Natal na mansão de amigo jornalista
Houve ainda tempo para agradecimentos. Primeiro, a todos os que mantiveram a fé nele e ajudaram a sua equipa nos nove dias que esteve preso. Depois aos advogados "que travaram uma luta corajosa e bem-sucedida" e àqueles que contribuíram para pagar a fiança, "diante de grandes dificuldades". Finalmente aos jornalistas e ao sistema judiciário: "Se o resultado não é sempre a justiça, pelo menos ela ainda não está morta."

Assange terá de se apresentar diariamente entre as 14.00 e as 17.00 na esquadra de Beccles, a mais próxima da mansão do jornalista e amigo Vaughan Smith, excepto nos feriados, quando um agente se deslocará à propriedade, a 200 km de Londres. Além de ter entregado o passaporte, Assange tem de usar sempre a pulseira electrónica, para evitar uma fuga.

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