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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
O BLOG "WIKILEAKSAPOIO" VOLTARÁ COM AS POSTAGENS DIÁRIAS, VOLTADAS PRINCIPALMENTE PARA OS ATUAIS MANIFESTOS NO BRASIL E NOS PAÍSES QUE ESTÃO APOIANDO A CAUSA DA NAÇÃO BRASILEIRA!!!

#OGIGANTEACORDOU

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Suécia recorre de fiança e Assange permanece detido

A decisão significa que Assange deve permanecer detido por pelo menos outras 48 horas, até que a apelação seja apresentada.
"Os suecos não vão aceitar a decisão do juiz. Eles querem proporcionar a Assange mais problemas, mais despesas, mais dificuldades", disse o advogado do ativista australiano, Mark Stephens.
"Eles claramente não vão poupar recursos para manter Assange na cadeia. Este julgamento está se transformando em um show", completou.
Condições

A fiança foi estabelecida nesta terça-feira em 240 mil libras (cerca de R$ 640 mil). Destes, 200 mil libras devem ser pagas em dinheiro imediatamente e outras 40 mil libras pagas em duas parcelas de 20 mil cada.
Os supostos crimes teriam sido cometidos na Suécia. Assange nega as acusações e vem lutando contra tentativas de extradição da Justiça sueca.
Caso a apelação não seja aceita, o australiano de 39 anos deve aguardar em liberdade até a próxima audiência do caso, marcada para o dia 11 de janeiro.
Seu passaporte será confiscado e ele será monitorado eletronicamente, devendo permanecer em sua residência todos os dias entre 22h e 02h e entre 10h e 16h.

FONTE: BBC Brasil

WikiLeaks: EUA relatam exploração de urânio pelas Farc no norte do Brasil

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) exploraram de forma ilegal vários minerais, inclusive urânio, no norte do Brasil, como relatam documentos secretos da diplomacia americana filtrados pelo site WikiLeaks e reproduzidos pelo jornal espanhol "El País".

A conclusão está em um de uma série de relatórios enviados a Washington pelos diplomatas americanos, que monitoram a presença de urânio em qualquer estado, seja natural ou processado, na América Latina.

 Essas investigações apontam também, como relatam as correspondências americanas, que pelo menos desde 2006 o Irã pesquisa na América Latina as possibilidades de obter urânio, especialmente na Venezuela e na Bolívia, onde tem boa receptividade. 

Os diplomatas alertam o Departamento de Estado que o interesse seria acompanhado de uma ofensiva diplomática do regime de Teerã na região que despertou suspeitas até de Israel.

Os relatórios, incisivos e minuciosos sobre a presença da indústria nuclear iraniana em alguns países da América Latina, contrastam com o tom mais ameno adotado quando se trata de países mais receptivos a Washington, como o Brasil.

Assim, um extenso boletim explica, por exemplo, como o Brasil começou a instalar centrífugas para enriquecer urânio, mas sempre de forma transparente e buscando a cooperação de Washington para melhorar a segurança das instalações.

Fonte: O Globo

Integrantes do WikiLeaks celebram fiança

Os integrantes do WikiLeaks estão comemorando bastante a notícia da fiança de Julian. Prometem que agora vai ser hora de trabalhar ainda mais para prosseguir com o lançamento dos documentos do Cablegate.
“Temos que planejar para manter o fluxo de trabalho em dezembro e janeiro”, diz uma integrante.

Não são só eles. O escritor Tariq Ali disse que está “muito feliz” que Julian tenha sido liberado. “(essas alegações) não constituem estrupro segundo a lei britânica, e não há nenhuma razão para a extradição”.

Mas o fundador do WikiLeaks vai ter que esperar ainda mais duas horas até que a acusação apresente seu recurso contra a liberdade sob fiança. Se for apresentado um recurso, ele deve continuar preso até o julgamento desse recurso. Se não, ele pode sair hoje.

A justiça vai manter o seu passaporte para que ele não possa sair do país e ele vai ter que usar um chip eletrônico para que sua localização seja monitorada. Ele também vai ficar em prisão domiciliar.

Fonte: Carta Capital -WikiLeaks

Justiça britânica concede liberdade sob fiança a Julian Assange

A Justiça britânica concedeu nesta terça-feira liberdade sob fiança ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, que está detido em Londres desde a semana passada acusado de supostos crimes sexuais.
A fiança foi estabelecida em 240 mil libras (cerca de R$ 640 mil). Destes, 200 mil libras devem ser pagas em dinheiro imediatamente e outras 40 mil libras pagas em duas parcelas de 20 mil cada.
Os supostos crimes teriam sido cometidos na Suécia. Assange nega as acusações e vem lutando contra tentativas de extradição da Justiça sueca.
Os representantes do governo sueco prometeram recorrer, o que pode reverter a decisão nas próximas horas.
Caso a decisão seja mantida, o australiano de 39 anos deve aguardar em liberdade até a próxima audiência do caso, marcada para o dia 11 de janeiro.
Seu passaporte será confiscado e ele será monitorado eletronicamente, devendo permanecer em sua residência todos os dias entre 22h e 02h e entre 10h e 16h.
Assange alega que as acusações têm motivação política. Ele despertou a ira do governo americano ao divulgar mais de 250 mil documentos secretos.
Assange alega que acusações têm motivação política

 Acusações

Na audiência desta terça-feira estiveram presentes o jornalista John Pilger, o cineasta Ken Loach e a ativista dos direitos humanos Bianca Jagger. Todos eles se ofereceram para pagar a fiança.
Na corte em Londres, a advogada Gemma Lindfield, atuando em nome da polícia sueca, disse que uma das supostas vítimas acusa Assange de tê-la forçado a fazer sexo com ele sem camisinha.
A mesma mulher acusa Assange de, alguns dias após o incidente, tê-la molestado de forma a “violar sua integridade sexual”.
Uma segunda mulher acusa Assange de ter feito sexo com ela, também sem preservativo, enquanto ela dormia, em Estocolmo. Na Suécia, este tipo de crime pode levar a condenações de até seis anos de prisão.
Assange ficou preso por uma semana após se entregar para a polícia britânica.
Ele foi defendido por Geoffrey Robertson, advogado especializado em casos de liberdade de expressão.

FONTE: BBC Brasil

Operação Paper Storm - 18 de dezembro


Passo 1
Imprima uma logo, manifesto ou qualquer coisa que chame a atenção
Passo 2
Faça uso da escuridão, você é invisível
Passo 3
Corra pelas ruas divulgando sua mensagem
Passo 4
Esqueça as etapas anteriores (são apenas idéias)!
Passo 5
Improvise!

Fundador do WikiLeaks faz acusações antes de audência em Londres

Por Adrian Croft

LONDRES (Reuters) - Julian Assange, fundador do WikiLeaks, acusou as empresas que deixaram de prestar serviços ao seu site de estarem a serviço da política externa dos EUA, e pediu ajuda para que seu trabalho seja protegido de "ataques ilegais e imorais".
Assange está preso na Grã-Bretanha, de onde poderá ser extraditado para a Suécia para responder por acusações de crimes sexuais, os quais ele nega ter cometido. Numa audiência ainda nesta terça-feira, seus advogados vão pedir a libertação sob pagamento fiança.
O site criado por ele enfureceu os EUA ao começar a divulgar cerca de 250 mil comunicações diplomáticas sigilosas, que causaram constrangimento para Washington e outros governos.
Em conversa com sua mãe na prisão britânica, ele disse que não vai se intimidar. "Minhas convicções são firmes. Continuo firme aos ideais que expressei. As circunstâncias não irão abalá-los", disse Assange, de 39 anos, segundo nota entregue por sua mãe, Catherine, a uma TV australiana.
"Sabemos agora que Visa, Mastercard, Paypal e outras são instrumentos da política externa dos EUA. Não é algo que sabíamos antes", disse Assange. "Estou pedindo ao mundo para que proteja meu trabalho e minha equipe desses ataques ilegais e imorais."
Na semana passada, simpatizantes de Assange realizaram pela internet a "Operation Payback" ("Operação Troco"), tirando do ar os sites da Visa, Credicard e do governo sueco.
Mas o advogado de Assange, Mark Stephens, sugeriu que seu cliente discorda desses ataques. "Quando eu disse a Julian sobre os ciberataques... ele disse: 'Olhe, já fui alvo de ciberataques. Acredito na liberdade de expressão, não acredito em censura, e claro que os ciberataques são justamente isso", afirmou Stephens na terça-feira ao canal Sky News.
Segundo o advogado, Assange fica isolado na cadeia "vinte três horas e meia por dia". "Ele não tem acesso a jornais, televisão ou outros dispositivos noticiosos; não recebe correspondência, está submetido às mais insignificantes formas de censura", afirmou.
Assange e seus advogados já manifestaram temores de que promotores dos EUA queiram indiciá-lo por espionagem por causa dos vazamentos do WikiLeaks.

(Reportagem adicional de Michael Perry)

FONTE: O Globo

Carta pela Liberdade de Expressão




Autor: Matheus Santos Rodrigues Silva, para o blog Vozes

Meus caros, está acontecendo algo fantástico nos meios virtuais e por que não nos meios físicos do mundo inteiro. O fenômeno de divulgação do site Wikileaks conseguiu despertar a atenção das mais diversas camadas das mais diversas sociedades do mundo. Inclusive o interesse e a extrema preocupação do governo estadunidense que mostra que "liberdade, liberdade, negócios a parte". A liberdade de expressão está sendo ameaçada por muitos daqueles que se dizem seus defensores e o mundo não está se curvando diante disso.

O que eu posso ver são pessoas de diversas nações. Diversos continentes. Diversas visões políticas e de mundo, unidas por uma causa. Isso, meus caros, é um fenômeno raríssimo no mundo. Isso é a história sendo escrita em nossa frente. Isso é a história sendo escrita por nós!

No mundo inteiro estamos vendo protestos contra a prisão de Julian Assange e contra os boicotes ao Wikileaks.
Grupos como os anonymous, constituídos por hackers e por muita gente simples e com pouquíssimos conhecimentos de informática, está sendo uma espécie de "braço armado" da revolta contra a repressão. O grupo tem derrubado sites de empresas que boicotaram de alguma forma o Wikileaks ou que deram suporte a esse boicote. O mundo não quer ficar as escuras. O mundo quer saber! Eles não tem o direito de nos negar o conhecimento!

A internet já tinha se mostrado uma arma contra a ignorância. Contra o monopólio da informação, do conhecimento. Mas agora, mais do que nunca ela se mostra um campo aberto pro surgimento de um novo mundo!

Nosso país não pode ficar na contramão da história mais uma vez. Já não estamos. Brasileiros estão mobilizados na luta pela liberdade, seja divulgando informações que tantos querem ver escondidas, seja dentro do grupo anonymous.
Nossa grande imprensa se cala. As notícias sobre as divulgações do Wikileaks e suas repercussões são abafadas e tratadas como sem importância. Eles não querem que nós saibamos. A mostra que o Wikileaks nos dá é de que é possível ir direto na fonte da informação, do conhecimento, sem intermediários e isso está apavorando a nossa grande imprensa que tem no monopólio da informação a sua força.
Outra coisa muito interessante é a forma como estão se dando os protestos. As ações são descentralizadas. Da forma que deveria ser toda a revolução. Uma liderança central só faria enfraquecer o movimento e o ideal se perderia a medida que a hierarquia de comando fosse se perdendo. Não está havendo uma organização central. As pessoas estão saindo a luta por conta própria. Por vontade própria. Por convicção própria. Podemos não nos conhecer. Podemos não conhecer quase 99% daqueles que estão lutando ao nosso lado, mas sabemos que podemos confiar. Sabemos que estamos todos lutando por um propósito comum e da forma que nos é possível.

Esse é o espírito que consegue conciliar duas grandes tendências humanas. O coletivo e o individual. Nenhum de nós está recebendo ordens. Muitas vezes não nos identificamos política, religiosa ou moralmente. Somos tão singulares e ainda assim estamos juntos! Conseguimos preservar toda a nossa individualidade e ainda assim lutar por um bem comum. A nossa liberdade!

Por isso venho nesse post declarar a todos que o blog Vozes está mobilizado na luta pela liberdade de expressão. Na luta pelo nosso direito de saber. Sem deixar de ser o que ele é. Um espaço de poesia, de arte.

Encerro este post com um trecho de uma música já postada por mim da banda inglesa Muse, de nome Uprising:

"They will not force us!
They will stop degrading us!
They will not controll us!
We will be victoryous!
So come on!"

FONTE: justiceforassange

Hackers vão continuar com a "Operation: Payback"

Eles farão a "Operation: Leakspin" em paralelo ao trabalho anterior
Foto: Reprodução/Geek
O perfil AnonOps do Twitter, ligado ao grupo Anonymous, publicou mensagem negando o abandono da "Operation: Payback", que derrubava sites como protesto contra o cerco virtual ao WikiLeaks. Na mensagem, o AnonOps diz que a nova "Operação: Leakspin", que visa inundar canais de comunicação online com os vazamentos do WikiLeaks será feita em paralelo aos ataques de DDoS do "Payback" sem os subtituir.
Mas vídeos e imagens divulgados na rede contradizem esta versão, propondo substituição das ações. Isto ocorre pela natureza horizontal, anônima e caótica do "Anonymous", que não tem lideranças ou hierarquia rígidas, e portanto, se dividem facilmente em facções que nem sempre se comunicam ou concordam. "Anonymous" é uma denominação geral para usuários que publicam em fóruns online sem se identificar, nem mesmo com apelidos. A origem do nome re monta ao fórum 4chan, onde posts cujos autores não se identificam são marcados com a expressão "Anonymous".
O ativismo online, também chamado de hacktivismo, tem como marco a "Operation: Payback" (Operação: Troco), que se realizou ataques de DDoS contra sites das associações de gravadoras e estúdios. A iniciativa era uma resposta a ataques semelhantes promovidos pelas entidades contra sites de torrent como o The Pirate Bay. O revide foi promovido nos fóruns online em salas de bate-papo do tipo IRC, onde os moderadores são comumente chamados de Op - daí o nome AnonOps.
Mais recentemente, o "Operation: Payback" voltou sua artilharia contra entidades que promoveram o cerco ao Assange, mas um contra-ataque tirou do ar o servidor de bate-papo onde os ativistas se reuniam. Durante esta dispersão, participantes do grupo se reorganizaram e publicou vídeos e imagens anunciando a "Operation: Leakspin", que propõe inundar canais de conteúdo com vazamentos disfarçados de outro material.
Geek visitou as salas de bate-papo do grupo, e viu discussões dedicadas tanto à desordem proposta pelo Leakspin quanto à derrubada de sites típicas do Payback. Ainda que longe de vazias, as salas tinham menos participantes que na semana passada, provavelmente em decorrência dos ataques que mantiveram os servidores constantemente fora do ar nos últimos dias.


Lula diz que protestará contra censura do WikiLeaks

Foto: Ricardo Stuckert/PRO presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar as ações contrárias ao WikiLeaks. Após  criticar a prisão do fundador da página, Julian Assange, o presidente se mostrou disposto a participar do combate à censura ao site que divulga documentos secretos da diplomacia americana.

Ao discursar na cerimônia de entrega do Prêmio Nacional dos Direitos Humanos, no Palácio do Planalto, Lula declarou que protestará a favor da liberdade de imprensa, que segundo ele "é total e absoluta" , quando deixar a Presidência. Ele também afirmou que continuará em contato com o público em protestos e passeatas, mas que isso nunca será feito contra Dilma.

Em 09 de dezembro, Lula já havia defendido Assange e criticou quem "escreveu as bobagens" e disse que quem as divulgou não deve ser culpado.
 FONTE: SRZD
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