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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
O BLOG "WIKILEAKSAPOIO" VOLTARÁ COM AS POSTAGENS DIÁRIAS, VOLTADAS PRINCIPALMENTE PARA OS ATUAIS MANIFESTOS NO BRASIL E NOS PAÍSES QUE ESTÃO APOIANDO A CAUSA DA NAÇÃO BRASILEIRA!!!

#OGIGANTEACORDOU

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Como funciona a WikiLeaks

Documentos divulgados pelo WikiLeaks

Mundo Clube de jornalistas londrino abrigou Assange antes da prisão

Um prédio em estilo vitoriano de três andares no oeste de Londres é a sede do Frontline Club, abrigo de Assange. Foto: Harold Haag/Especial para Terra
Um prédio em estilo vitoriano de 3 andares no oeste de Londres é a sede do Frontline Club, abrigo de AssangeFoto: Harold Haag/Especial para Terra
Até a sua prisão, na última terça, o paradeiro de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, era desconhecido. Foi uma surpresa quando descobriu-se que o homem mais procurado pela Interpol nas últimas semanas há semanas estava em Londres. Mais especificamente em um lugar chamado Frontline Club, tradicional ponto de encontro de jornalistas que buscam trocar informações ou apenas um lugar agradável para almoçar.
Fundado por Vaughan Smith, um ex-militar, ex-apresentador de TV e que atualmente se dedica à agricultura orgânica, o clube existe desde 2003. Fica focalizado no oeste de Londres, próximo a Paddington, em um prédio de fachada vitoriana de três andares e com tijolos aparentes. Abriga salas de conferência, cinemas, uma área de exposições com fotografias de guerras e de ex-membros mortos enquanto faziam coberturas de conflitos pelo mundo, uma área para cursos, além de um restaurante de comidas orgânicas.
Em conversa com o Terra, Smith disse que o objetivo declarado do Frontline Club é servir como base e ponto de encontro para que jornalistas veteranos ou inexperientes, que sejam locais ou correspondentes, mas que tenham coberto guerras, possam trocar ideias e compartilhar histórias do front, bem como ajudar uns aos outros.
O clube é muito mais do que um lugar social. "É um local para mostrarmos documentários, debatermos diversos assuntos e para jovens jornalistas aprenderem o ofício - desde como fotografar em situações de perigo, fontes no Afeganistão e como evitar problemas ou não ser explorado quando estiver realizando trabalhos em locais pouco convencionais", disse ele, em entrevista ao jornal Evening Standard.
Com mais de 1,5 mil membros e um forte posicionamento esquerdista, o clube é composto principalmente por jornalistas britânicos, além de alguns diplomatas. Segundo Smith, em uma sondagem informal, a grande maioria dos associados mostrou-se favorável ao WikiLeaks e à guarida oferecida a Julian Assange. Na entrevista ao diári londrino, o fundador do clube deixou claro, no entanto, que o clube não financia ou subsidia Assange.
Segundo o Smith, Assange escolheu o Frontline Club inicialmente para uma conferência de imprensa relacionada ao vazamento de documentos da guerra do Afeganistão em agosto e, desde então, muitos membros passaram a apoiá-lo por achá-lo extremamente carismático e bem-informado. "Com isso passamos a permitir que ele trabalhasse a partir dos quartos do clube quando estão desocupados", disse Smith.
Não está claro se o Frontline Club cometeu qualquer ato ilícito ao abrigar Assange quando a polícia britânica já o estava buscando. Na verdade, está pouco claro inclusive se a distribuição de documentos secretos do governo americano infringiu qualquer lei inclusive dos EUA.
O certo é que a imparcialidade do Frontline é inexistente neste caso - Vaughan Smith ofereceu o endereço do clube para Assange no caso de liberdade condicional. E Jemima Khan, uma das associadas mais proeminentes da fundação, se ofereceu para pagar a fiança do australiano, algo que só deve acontecer após o dia 14, quando Julian Assange terá nova audiência em uma corte londrina ainda não divulgada.
O vazamento WikiLeaks
No dia 28 de novembro, a organização WikiLeaks divulgou mais de 250 mil documentos secretos enviados de embaixadas americanas ao redor do mundo a Washington. A maior parte dos dados trata sobre assuntos diplomáticos - o que provocou a reação de diversos países e causou constrangimento ao governo dos Estados Unidos. Alguns documentos externam a posição dos EUA sobre líderes mundiais.
Em outros relatórios, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pede que os representantes atuem como espiões. Durante o ano, o WikiLeaks já havia divulgado outros documentos polêmicos sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque, mas os dados sobre a diplomacia americana provocaram um escândalo maior. O fundador da organização, o australiano Julian Assange, foi preso no dia 7 de dezembro, em Londres, sob acusação emitida pela Suécia de crimes sexuais.

FONTE: TERRA

Serra mudaria regras do pré-sal se vencesse eleição

As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB), a promessa de que a regra seria alterada caso ele vencesse.
Deixa esses caras [PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama.







O governo alterou o modelo de exploração, que desde 1997 era baseado em concessões, obrigando a partilha da produção das novas reservas. A Petrobras tem de ser parceira em todos os consórcios de exploração e é operadora exclusiva dos campos. A regra foi aprovada na Câmara este mês.

Datados entre janeiro de 2008 e dezembro de 2009, mostram a preocupação da diplomacia dos EUA com as novas regras. O crescente papel da Petrobras como “operadora chefe” também é relatado com preocupação.

O consultado também avaliava, em 15 de abril de 2008, que as descobertas de petróleo e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) poderiam “turbinar” a candidatura de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.

O consulado cita que o Brasil se tornará um “player” importante no mercado de energia internacional.

FONTE: justiceforassange

Julian Assange na Veja

Collateral Murder - WikiLeaks



E tem gente que ainda pergunta por qual motivo apoiamos a Wikileaks...

MasterCard & Visa: Ku Klux Klan pode, mas WikiLeaks não pode

Bem, parece que nós podemos adicionar Visa à lista de empresas pressionadas a não trabalhar mais com o Wikileaks, seguindo o mesmo caminho temos o MasterCard. Pelo menos, diferentemente do MasterCard, a empresa Visa ainda não acusou o Wikileaks de ter cometido um crime. Ao invés disso apenas disse que suspendeu qualquer operação junto ao Wikileaks “até estudos mais aprofundados sobre a natureza das suas negócios e se ele viola as regras de funcionamento da Visa.”
Assim como [o jornalista] Charles Arthur mostra, o site do Ku Klux Klan redireciona para um site que pede tanto MasterCard quanto Visa, sugerindo pura arbitrariedade na decisão das duas empresas de cartão de crédito. É uma péssima ideia quando empresas começam a tomar decisões baseando-se em política. Existe todo tipo de companhia por ai que utiliza cartões de crédito para apoiar atividades censuráveis. Seria função das companhias de cartão de crédito selecionar quem eles consideram censuráveis para se trabalhar, e caso sim, quais as bases por elas utilizada para considerar Ku Klux Klan aceitável e Wikileaks censurável?
Isso apenas reafirma o ponto levantado recentemente sobre o papel dos intermediários corporativos em auxiliar governos na censura, embora não haja julgamento ou condenação. De qualquer maneira esse é um péssimo posicionamento, tanto do Visa quanto MasterCard e suas vontades de cederem a pressões governamentais.

FONTE: Bule Voador

Hackers anuciam parar ataques

Operando sob o nome “Anonymous”, o grupo derrubou temporariamente na semana passada os sites Visa e Mastercar, por bloquearem doações ao WikiLeaks.
Em mensagem publicada no blog, o grupo Anonymous anunciou a mudança de estratégia, afirmando que agora o objetivo é publicar partes dos relatórios diplomáticos confidenciais norte-americanos da maneira mais ampla, e de modo que torne difícil identificar a origem da publicação.

“Na melhor das hipóteses, deixamos alguns sites de olho roxo. O jogo mudou. Quando o jogo muda, as estratégias precisam mudar”, afirma a mensagem sobre a “Operação Leakspin”.

Os ativistas agora estão encorajando simpatizantes a realizarem buscas entre os telegramas disponíveis no WikiLeaks e publicar sumários daqueles que receberam menos exposição, rotulando-os de maneira a torná-los difíceis de encontrar pelas autoridades que tentam reprimir sua divulgação.

FONTE: G1

Professor de direito Marcel Leonardi, comenta sobre os vazamentos do WilkiLeaks



FONTE: GLOBO.COM
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