Tradutor

Google-Translate-ChineseGoogle-Translate-Portuguese to FrenchGoogle-Translate-Portuguese to GermanGoogle-Translate-Portuguese to ItalianGoogle-Translate-Portuguese to JapaneseGoogle-Translate-Portuguese to EnglishGoogle-Translate-Portuguese to RussianGoogle-Translate-Portuguese to Spanish
DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
O BLOG "WIKILEAKSAPOIO" VOLTARÁ COM AS POSTAGENS DIÁRIAS, VOLTADAS PRINCIPALMENTE PARA OS ATUAIS MANIFESTOS NO BRASIL E NOS PAÍSES QUE ESTÃO APOIANDO A CAUSA DA NAÇÃO BRASILEIRA!!!

#OGIGANTEACORDOU

domingo, 12 de dezembro de 2010

Antigo abrigo nuclear é sede de servidores do WikiLeaks

  

 FONTE: BBC Brasil

Telegramas no WikiLeaks mostram laços dúbios dos EUA com regime criticado na Ásia

Diplomatas veem Uzbequistão como corrupto, mas país tem rota de suprimentos crucial, relata o 'Guardian'.

País é citado por desrespeito aos direitos humanos
A antiga República soviética do Uzbequistão é vista pelos Estados Unidos como um país repleto de 'corrupção endêmica', crime organizado, trabalho forçado e torturas, segundo telegramas diplomáticos vazados pelo site WikiLeaks e publicados neste domingo pelo jornal britânico Guardian.
No entanto, apesar das críticas ao país, o Estados Unidos mantinham bons laços com o presidente uzbeque, Islam Karimov, porque ele permite o funcionamento de uma importante rota de suprimentos militares para as tropas que combatem no Afeganistão, segundo o jornal.
Diversos telegramas citam a vida glamourosa levada pela filha de Karimov, Gulnara, descrita num dos documentos como 'a pessoa mais odiada do país'. Ela supostamente obtém fatias em negócios lucrativos no país e passa a maior parte de seu tempo em Genebra e na Espanha.
O embaixador britânico no país, Rupert Joy, foi criticado por grupos de direitos humanos em outubro por ter dado visibilidade a Gulnara ao aparecer ao seu lado em um desfile de moda.
Prêmio
Os telegramas publicados pelo Guardian revelam que o governo do Uzbequistão se irritou com um prêmio entregue pela chanceler americana, Hillary Clinton, a uma ativista de direitos humanos uzbeque que havia acabado de sair da prisão. Isso foi seguido de uma 'ameaça implícita' de suspender o tráfico de suprimentos ao Afeganistão através do Uzbequistão.
'Pressioná-lo (Karimov) pode nos custar o trânsito (por rotas uzbeques)', dizia um documento da embaixada americana no país, de acordo com o jornal.
Outro documento cita 'elos próximos entre o crime organizado e o governo uzbeque', dizendo que tanto o setor público como o prívado são comumente 'comprados'.

FONTE: G1

 

WikiLeaks: EUA citam Brasília como vulnerável ao terrorismo

Sistema de segurança aérea foca combate ao tráfico, e não ataques, segundo telegrama americano

 SÃO PAULO - A cidade de Brasília seria vulnerável a potenciais atentados terroristas nos quais aviões seriam usados como armas, revela neste domingo, 12, um telegrama da embaixada dos EUA no Brasil em 2009, assinado na pelo então embaixador americanos Clifford Sobel. O documento foi publicado pelo site WikiLeaks. 

A capital estaria vulnerável porque os procedimentos para fechamento do espaço aéreo foram desenvolvidos com foco nas vastas áreas do Norte do País para combate à ação de aeronaves traficando drogas, e não para coibir potenciais ataques às cidades.
A mensagem diz que o roubo de uma aeronave de pequeno porte ativou procedimentos de fechamento do espaço aéreo no Brasil. A proximidade com o Distrito Federal foi vista como uma ameaça, com a possibilidade de a aeronave ser utilizada como uma arma.
O telegrama foi divulgado na página do WikiLeaks na internet e faz parte dos mais de 250 mil documentos diplomáticos dos EUA vazados vazados pelo website.
O despacho diplomático narra que o roubo de um monomotor ocorrido em Luziânia, em Goiás, no entorno do Distrito Federal, em 2009. Depois de duas horas, a aeronave foi jogada, propositalmente, contra um estacionamento em Goiânia, segundo relatos feitos no telegrama. "O incidente foi notável, pois provocou uma rara ativação dos procedimentos de fechamento do espaço aéreo brasileiro", acrescenta a comunicação, vazada no site do WikiLeaks.
Diante da proximidade com o Distrito Federal e a falta de qualquer plano de voo, a Controladoria de Tráfego Aéreo notificou o Controle de Defesa Aérea, que enviou aviões da Base Aérea de Anápolis para interceptar, observar e tentar comunicação, continua o documento, que cita relato do Comando de Defesa Aérea para o chefe da Força Aérea, brigadeiro Junito Saito. Ele teria dito que quando o avião, repentinamente, rumou para uma área densamente povoada e para um shopping center, os controladores a viram como uma ameaça, com a possibilidade de que o avião roubado pudesse ser usado como uma arma.
Saito entrou em contato com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possibilidade de ordenar o fechamento do espaço aéreo diante da ameaça aos civis. Durante as discussões, o avião caiu sobre o estacionamento do shopping.
A avaliação de vulnerabilidade do espaço aéreo de Brasília em relação a uma "potencial ação terrorista", na opinião da embaixada dos EUA no Brasil, tem origem no questionamento de Sobel, "uma vez que uma decisão não teria sido tomada em tempo para impedir o piloto, se ele tivesse sido capaz de colidir com seu alvo ou outro prédio, incluindo Brasília".
Com base nas discussões com a Força Aérea Brasileira e Controladoria de Tráfego Aéreo, diz o telegrama, os brasileiros consideraram eficientes os procedimentos de fechamento do espaço aéreo, mas podem buscar formas de acelerar a tomada de decisão durante um potencial ataque terrorista.

FONTE: Estadão

Como funciona o Wikileaks

O Site Wikileaks foi criado por Julian Assange em 2007 e só então este ano ficou famoso ao divulgar documentos e vídeos sobre a guerra no Iraque, em que militares atiravam em cívis desarmados.


FONTE: justiceforassange

Hackers ameaçam atacar Judiciário britânico se Assange for extraditado

O Anonymous também poderia atacar o sistema da prisão de Wandsworth em Londres, onde o australiano está preso

Um grupo de hackers ativistas autodenominado Anonymous - que recentemente promoveu ataques a sites de empresas como MasterCard, Visa e PayPal - ameaça sabotar o sistema judiciário britânico caso o fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, seja extraditado da Grã-Bretanha para a Suécia. A informação foi publicada neste domingo pelo diário da Grã-Bretanha The Sunday Times.
Os ativistas lançariam um ataque contra o sistema do Serviço Público de Processamentos (CPS, na sigla em inglês) e outros departamentos governamentais. Eles também poderiam atacar o sistema da prisão de Wandsworth, em Londres, onde o ativista australiano está preso
A extradiação de Assange é solicitada pelas autoridades suecas, que acusam o australiano de tentativa de estupro. Ele espera uma nova audiência na Justiça britânica, a ser realizada na próxima terça-feira. Seus advogados devem voltar a pedir sua liberdade condicional, negada na primeira audiência.
O The Sunday Times afirma ainda que cerca de 35.000 pessoas - das quais 3.000 britânicos - já fizeram o download da ferramenta que permite participar dos ataques coordenados pelo Anonymous na chamada Operação Payback.

Fonte: Veja

O primeiro efeito diplomático do Wikileaks

Países árabes adotam tom conciliador ao falar sobre o programa nuclear do Irã depois que os telegramas americanos revelaram a disposição de atacar Teerã
CONCILIAÇÃO COM O IRÃ? O presidente dos Emirados Árabes, Khalifa bin Zayed Al Nahyan (2º da esquerda para a direita), conversa com o ministro do Exterior da Arábia Saudita, príncipe Saud Al Faisal durante a conferência da GCC
Desde que o Wikileaks começou a divulgar os telegramas confidenciais da diplomacia dos Estados Unidos, a incrível quantidade de detalhes acerca de episódios importantes da política mundial chamou a atenção de analistas e jornalistas. A falta de grandes novidades capazes de mudar os rumos da política, no entanto, causa certa decepção, mas no Oriente Médio o escândalo conhecido como “cablegate” provocou pelo menos uma mudança visível nas relações entre os países: as nações árabes passaram a tomar ainda mais cuidado na hora de dialogar com o Irã.

A maior prova desta mudança foi dada na terça-feira (7), ao fim da reunião do Conselho de Cooperação para o Golfo (GCC, na sigla em inglês), entidade que reúne Arábia Saudita, Bahrain, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã. Em uma concorrida entrevista coletiva, o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes, o xeique Abdullah bin Zayed al-Nahyan, secretário-geral da GCC, fez um discurso conciliatório pedindo uma resolução pacífica “de uma vez por todas” para o impasse a respeito do programa nuclear do Irã. Bin Zayed afirmou que o GCC quer que o Conselho de Segurança da ONU retire as sanções contra o Irã, mas lembrou que o país persa “precisa ajudar a comunidade internacional” e ser "claro sobre suas intenções". Foi a primeira vez que os países árabes adotaram essa postura.

Apoio a Julian Assange saltou as fronteiras da Internet

Manifestações contra prisão do fundador da WikiLeaks na Europa e América do Sul.

Em Madrid, o protesto juntou algumas centenas de manifestantes PAUL HANNA/REUTERS
 A revolta que corre nas redes sociais contra a detenção do fundador da WikiLeaks saltou ontem as fronteiras da Internet, saindo para a rua em dezenas de concentrações na Europa e América do Sul. Mas mesmo com Julian Assange fora de jogo, os jornais continuam a divulgar os telegramas da diplomacia americana - o último alvo foi o Vaticano, uma estrutura descrita como arcaica e avessa a ingerências.

Uma das primeiras manifestações ocorreu de manhã em Londres, onde Assange ouviu terça-feira ordem de prisão. O australiano é alvo de um pedido de extradição emitido pela Suécia, onde está a ser investigado por crimes sexuais, e um tribunal londrino decidiu mantê-lo sob custódia, admitindo que existia risco de fuga.

"A revolução digital começa aqui", gritava um dos cerca de 50 manifestantes que se juntaram em Hyde Park, desfilando depois em direcção à Embaixada dos EUA. Durante o percurso, repetiram-se slogans contra a prisão de Assange e o cerco à WikiLeaks.

Mais concorridas foram os protestos em Madrid e Barcelona, duas das cidades espanholas que responderam à convocatória do site Free WikiLeaks. "Pela liberdade, diz não ao terrorismo de Estado" foi o mote do grupo espanhol, que pediu à justiça que ao invés de acusar Assange "abra inquéritos contra os responsáveis que cometeram os graves crimes revelados nas fugas do WikiLeaks".

Ao final da tarde, Lisboa juntou-se ao movimento de apoio a Assange, numa concentração que juntou dezenas de pessoas no Chiado, noticiou a Lusa. Até ao final do dia, outras cidades seguiriam o exemplo, de Amesterdã, a São Paulo e Buenos Aires.

Operation Payback - Anonymous Message About ACTA Laws, Internet Censorsh...

OBAMA CRITICA WIKILEAKS EM CONVERSA COM LÍDERES MUNDIAIS

 OBAMA TELEFONOU PARA LÍDERES MUNDIAIS PARA DISCUTIR A "AÇÃO DEPLORÁVEL" DO SITE WIKILEAKS



O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou neste sábado em conversas telefônicas com o governante mexicano, Felipe Calderón, e o primeiro-ministro turco, Recep Erdogan, os "atos irresponsáveis" da organização Wikileaks, que vazou cerca de 250 mil documentos diplomáticos americanos.
Segundo um comunicado divulgado neste sábado pela Casa Branca, Obama ligou para Calderón para parabenizar pelo sucesso do México na organização da Conferência de Cancún contra a mudança climática. Na conversa, os dois presidentes abordaram o vazamento de documentos diplomáticos americanos efetuado pelo site Wikileaks, que o comunicado qualificou de "ato deplorável".
Os dois governantes "concordaram que estes atos irresponsáveis não devem distrair nossos países de nossa importante cooperação", indicou a Casa Branca. Em alguns dos documentos publicados até agora pelo Wikileaks, se destaca o de um ex-alto funcionário mexicano que deu a entender durante uma reunião com representantes da Procuradoria Geral dos EUA, em outubro de 2009, que o governo tinha perdido o controle sobre certas partes do país pelo narcotráfico.
Além disso, revelam a desconfiança dos EUA sobre a capacidade do México em lutar eficazmente contra o narcotráfico devido à rivalidade entre os corpos de segurança, a corrupção "generalizada" e a incapacidade do Exército para reunir provas que incriminem os detidos.
Em um dos documentos, datado de dezembro de 2009, a chefe da diplomacia americana, Hillary Clinton, pergunta como está afetando o presidente Felipe Calderón em sua personalidade e sua forma de governar as notícias adversas da guerra contra o narcotráfico e a crise econômica.

O México sofre há quatro anos uma onda de violência atribuída a uma guerra entre os cartéis da droga pelo controle do mercado local e as rotas para os Estados Unidos, que deixou 30 mil mortos. O governo do México enviou cerca de 45 mil soldados e 20 mil agentes federais aos pontos conflituosos do país, principalmente na região norte, fronteiriça com os Estados Unidos.
Na conversa com Erdogan, explica a Casa Branca, os presidentes turco e americano abordaram "a duradoura importância da aliança entre EUA e Turquia e expressaram seu compromisso para colaborar em uma ampla gama de assuntos". Obama "expressou seu pesar pelo ato deplorável do Wikileaks e os líderes acordaram que não influenciará ou prejudicará a estreita colaboração" entre os dois países.
Erdogan encarregou especialistas legais de estudar possíveis ações legais contra o Wikileaks e os diplomatas americanos autores dos documentos que afetam a Turquia. 

The Wikileaks Documentary -- Full Version

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...