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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Julian Assange afirma que WikiLeaks sofre 'investigação agressiva' dos EUA

Julian Assange afirmou que não sabe quem vazou documentos diplomáticos.
Ele cumpre liberdade condicional em mansão em Suffolk.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, disse nesta sexta-feira (17) que ele e sua organização enfrentam uma "investigação agressiva" por parte das autoridades dos EUA, depois do vazamento de correspondência diplomática norte-americana.
Assange deu entrevista em frente à mansão de Suffolk onde cumpre a liberdade condicional obtida na véspera. Ele estava preso acusado de abusos sexuais cometidos em agosto na Suécia.

Questionado se está sofrendo uma "conspiração" dos EUA, ele respondeu: "Eu diria que existe uma investigação muito agressiva".

O australiano reclamou que seu site está sofrendo ataques "legais e técnicos", mas que vai "suportar a decapitação".

Assange também afirmou que a maior parte dos ataques contra seu site não vieram de governos, mas de bancos em Dubai, na Suíça, no Reino Unido e nos EUA.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, dá entrevista nesta sexta-feira (17) em Suffolk, em frente à casa em que está hospedado.
O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, dá entrevista nesta sexta-feira (17) em Suffolk, em frente à casa em que está hospedado. (Foto: AFP)
"Minha sensação é a de que há um número de interesses diferentes, pessoais, nacionais e internacionais, que se alimentam com este processo, que se encorajam", disse, sugerindo que novas revelações podem ser feitas a partir desta sexta-feira.

"Meus advogados me informaram que estará em curso nova tentativa de difamação", disse.

"Ouvimos hoje de um de meus advogados nos Estados Unidos, e isto ainda deve ser confirmado, mas é uma questão séria, que pode haver uma acusação por espionagem contra mim nos Estados Unidos, vinda de uma investigação secreta de um grande júri americano", disse .

"O maior risco, o risco que preocupa a todos nós, é a extradição para os Estados Unidos. E isso parece ficar cada vez mais sério e cada vez mais provável", declarou à imprensa o australiano de 39 anos.

Ele voltou a dizer que não viu ainda as provas que as autoridades suecas têm contra ele no caso de abusos sexuais e manifestou inquietação com o fato de que os EUA podem começar um processo contra ele.

Questionado sobre Bradley Manning, o ex-analista de inteligência dos EUA suspeito do vazamento, Assange disse que a política do WikiLeaks é não saber de onde vêm os documentos que recebe, por considerar esta a melhor maneira de proteger suas fontes.

Em Washington, muitos defendem um processo por "espionagem" contra o fundador do WikiLeaks, que continua a revelar centenas de milhares de documentos diplomáticos embaraçosos para os Estados Unidos.

Uma porta-voz da Justiça americana confirmou a existência de uma "investigação em curso contra o WikiLeaks".

FONTE: G1

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