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DEVIDO AO HISTÓRICO MANIFESTO NACIONAL DE 17/06/2013
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Assange fica mais 48 horas na prisão de Wandsworth

Tribunal londrino tem dois dias para avaliar recurso da acusação, que não aceita a libertação sob fiança

Foi um dos advogados de Julian Assange que anunciou ontem que o líder da WikiLeaks estaria para ser libertado, sob o pagamento de uma fiança. Passava pouco das 15h (hora portuguesa), quando Mark Stephens anunciou a decisão do tribunal londrino em conceder liberdade sob fiança ao fundador da WikiLeaks. Questionado sobre se a equipa de acusação sueca que quer a extradição de Assange iria recorrer da decisão, Stephens garantiu que não, mas apenas uma hora depois, o tribunal de Westminster - que enviou Julian Assange para a prisão de alta segurança de Wandsworth a 7 de Dezembro - anunciou que o australiano continuará detido numa cela de isolamento da prisão por mais 48 horas, enquanto a acusação é ouvida.
As condições de libertação impostas pelo juíz Howard Riddle devem manter-se se o recurso da acusação for rejeitado. O fundador da Wikileaks terá de permanecer em Ellingham Hall, uma mansão georgiana em Bungay (nos arredores de Londres) de Vaughan Smith, fundador do Frontline Club, um clube britânico de jornalistas: não pode sair do perímetro da casa, estará sujeito a recolher obrigatório entre as 22h e as 02h, entre as 10h e as 14h e terá que se apresentar diariamente à polícia entre as 18h e as 20h. Assange terá que andar com uma pulseira electrónica e está impedido de abandonar o país, até porque o seu passaporte está na posse da polícia britânica.
A vida do fundador da organização responsável pela maior fuga de informação secreta sobre os EUA será cronometrada ao minuto até 11 de Janeiro, quando será presente a tribunal para saber se será ou não extraditado para a Suécia, onde é acusado de abuso sexual por duas mulheres.

Apoio Moorelista

Michael Moore é uma das personalidades públicas que defende Julian Assange. O realizador norte-americano, cujos documentários são igualmente inconvenientes para a administração norte-americana, foi um dos primeiros a oferecer-se para pagar a fiança do fundador da WikiLeaks, voluntariando-se para viajar ainda ontem para Londres e pagar parte das 200 mil libras (cerca de 236 mil euros) impostas pelo tribunal.
Moore publicou no seu website críticas a quem condena o trabalho do australiano: "Assange é o terror dos mentirosos e dos senhores da guerra. Apoio Julian Assange, um pioneiro da liberdade de expressão, do governo independente e da revolução digital do jornalismo. O seu compromisso em revelar as falácias dos governos e das empresas oferece à sociedade uma oportunidade de se defender." Daniel Ellsberg - militar americano que publicou documentos secretos do Pentágono em 1971 - também manifestou o seu apoio a Assange.

FONTE: ionline

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